quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Não é bem assim

Certamente foram gestos pós-eleitorais, mas juristas acham quase cosméticas as decisões de Alexandre de Moraes sobre Débora do Batom, reduzindo em duzentos dias a pena cruel e desproporcional de 14 anos, e sobre jornalistas exilados, que continuam na mira do ministro. Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
“O Supremo precisa deixar de ser uma delegacia de polícia” Rogério Marinho (PL-RN), sobre o STF constranger parlamentares pró-impeachment

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

O quase ministro

Durante anos o paulista Castilho Cabral acreditou que quase foi ministro de Jânio Quadros. Tudo por causa de um telefonema nos dias em que o presidente eleito se encontrava em Paris: “Monsieur Castilhô... Monsieur Quadrôs...”, anunciou o telefonista. A voz de Jânio apareceria em seguida: “Castilho, meu bem! Preciso de você no ministério, mas quero uma resposta agora...”. Subitamente um ruído cortou a conversa, naqueles tempos sem DDD. “Monsieur Castilhô, São Paulô...” insistia o tal telefonista, entre chiados. Era tudo uma brincadeira de dois amigos, Otto Lara Rezende (o “telefonista” parisiense) e José Aparecido de Oliveira, imitando Jânio. Do quadro Poder sem Pudor, da Coluna do Cláudio Humberto, do diariodopoder.com.br

domingo, 23 de agosto de 2026

Oposição critica PGR ‘engajada’ à defesa de Lulinha, um investigado da Polícia Federal

Legenda da foto: Presidente Lula (PT) ao lado do Procurador-geral da República Paulo Gonet - Foto: Ricardo Stuckert/ PR Opositores estão indignados com o procurador geral da República (PGR), acusado de “engajamento” na defesa de Lulinha, filho de Lula (PT), investigado por tráfico de influência e corrupção. Paulo Gonet tentou retirar a relatoria de André Mendonça, ministro do STF que não se submete a Lula, e depois tentou levar o processo à 1ª instância. “Absurdo”, protesta o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), lembrando que, nomeado por Lula, Gonet se opôs à transferência para a 1ª instância de cidadãos comuns acusados nos atos de 8 de Janeiro. Batom na cueca Gonet se esforça para tirar do STF dois dos três inquéritos contra Lulinha relatados por Mendonça. O outro permaneceria nas mãos de Flavio Dino. Guinada ridícula Para van Hattem, é até ridículo a PGR mudar de posição sobre 1ª instância quando o investigado é o filho do presidente da República. Críticas na academia Professor de pós-graduação da USP e mestre e doutor em Direito Constitucional, Rubens Beçak também se associa aos críticos da PGR. Escândalo paralelo Já Evair de Melo (PP-ES) acha que não tem como retirar o caso Lulinha do STF pelas conexões do filho de Lula com o escândalo do INSS. Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Crime e castigo

Se confirmada a impressionante denúncia de envolvimento de Lindbergh Farias (PT-RJ) no suborno de R$16 mil para uma mulher prestar falso testemunho, afirmando ter sido atacada pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), não impõe apenas cassação de mandato. Exige prisão. Da Coluna do Cláudio Humberto, do diáriodopoder.com.br

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Vitimismo manipulando dados

O jornalista Eli Vieira, do Twitter Files, já tinha desmascarado o Grupo Gay da Bahia, que exagera as estatísticas, em 2019. Ele provou que só 9% das mortes daquele ano supostamente por homofobia podiam ser confirmadas. O resto tinha outras motivações, de assalto a briga do tráfico. Em 2025, o GGB anunciou 17 mortes na Bahia, mas no meio tem atropelamento e latrocínio, por exemplo. Da coluna Malha fina, do Jornal A Região.

Não é bem assim

Certamente foram gestos pós-eleitorais, mas juristas acham quase cosméticas as decisões de Alexandre de Moraes sobre Débora do Batom, reduzi...