segunda-feira, 24 de agosto de 2026

O quase ministro

Durante anos o paulista Castilho Cabral acreditou que quase foi ministro de Jânio Quadros. Tudo por causa de um telefonema nos dias em que o presidente eleito se encontrava em Paris: “Monsieur Castilhô... Monsieur Quadrôs...”, anunciou o telefonista. A voz de Jânio apareceria em seguida: “Castilho, meu bem! Preciso de você no ministério, mas quero uma resposta agora...”. Subitamente um ruído cortou a conversa, naqueles tempos sem DDD. “Monsieur Castilhô, São Paulô...” insistia o tal telefonista, entre chiados. Era tudo uma brincadeira de dois amigos, Otto Lara Rezende (o “telefonista” parisiense) e José Aparecido de Oliveira, imitando Jânio. Do quadro Poder sem Pudor, da Coluna do Cláudio Humberto, do diariodopoder.com.br

domingo, 23 de agosto de 2026

Oposição critica PGR ‘engajada’ à defesa de Lulinha, um investigado da Polícia Federal

Legenda da foto: Presidente Lula (PT) ao lado do Procurador-geral da República Paulo Gonet - Foto: Ricardo Stuckert/ PR Opositores estão indignados com o procurador geral da República (PGR), acusado de “engajamento” na defesa de Lulinha, filho de Lula (PT), investigado por tráfico de influência e corrupção. Paulo Gonet tentou retirar a relatoria de André Mendonça, ministro do STF que não se submete a Lula, e depois tentou levar o processo à 1ª instância. “Absurdo”, protesta o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), lembrando que, nomeado por Lula, Gonet se opôs à transferência para a 1ª instância de cidadãos comuns acusados nos atos de 8 de Janeiro. Batom na cueca Gonet se esforça para tirar do STF dois dos três inquéritos contra Lulinha relatados por Mendonça. O outro permaneceria nas mãos de Flavio Dino. Guinada ridícula Para van Hattem, é até ridículo a PGR mudar de posição sobre 1ª instância quando o investigado é o filho do presidente da República. Críticas na academia Professor de pós-graduação da USP e mestre e doutor em Direito Constitucional, Rubens Beçak também se associa aos críticos da PGR. Escândalo paralelo Já Evair de Melo (PP-ES) acha que não tem como retirar o caso Lulinha do STF pelas conexões do filho de Lula com o escândalo do INSS. Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Crime e castigo

Se confirmada a impressionante denúncia de envolvimento de Lindbergh Farias (PT-RJ) no suborno de R$16 mil para uma mulher prestar falso testemunho, afirmando ter sido atacada pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), não impõe apenas cassação de mandato. Exige prisão. Da Coluna do Cláudio Humberto, do diáriodopoder.com.br

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

PAPA JACA ou PAPA CARANGUEJO?

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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Vitimismo manipulando dados

O jornalista Eli Vieira, do Twitter Files, já tinha desmascarado o Grupo Gay da Bahia, que exagera as estatísticas, em 2019. Ele provou que só 9% das mortes daquele ano supostamente por homofobia podiam ser confirmadas. O resto tinha outras motivações, de assalto a briga do tráfico. Em 2025, o GGB anunciou 17 mortes na Bahia, mas no meio tem atropelamento e latrocínio, por exemplo. Da coluna Malha fina, do Jornal A Região.

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Sucatas paralisadas

Discutia-se no Senado projeto que autorizava a doação de doze velhos aviões da Força Aérea Brasileira ao Paraguai e à Bolívia, no primeiro governo Lula (PT). O senador Edison Lobão (PFL-MA) disse que das 800 aeronaves da FAB, 400 estavam no chão, sem voar. O senador tucano Arthur Virgílio (AM) interveio, com ironia que provocou risadas: “⁠Com a doação dos doze aviões, a FAB ainda ficará com 48,5% da frota paralisada. Se o governo Lula doar os 400, poderá proclamar que deixou a FAB com 100% da frota em condições de voo...” da coluna Poder sem poder, da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder

Entregues

“Nós estamos hoje literalmente entregues... onde um Poder pode tudo e não é moderado por ninguém”, protestou o líder do PL no Senado, Rogério Marinho (RN). "Isso é intolerável”, concluiu. Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Viva a baiana de acarajé!

Hoje, dia 25 de novembro, é o dia da Baiana do acarajé, nossa grande referência em culinária baiana com suas iguarias deliciosas como o acarajé, o abará, o bolinho de estudante, a passarinha, a cocada e muiras outras maravilhas que só a baiana tem. E sua indumentária também, com seus vários adereçis que o mestre Caymmi descreveu e que é muiti representativa e linda! Viva a baiana do acarajé! Nossa homenagem a ela.

sábado, 22 de novembro de 2025

Marketing de provocação eficiente

Faz sucesso a campanha de Ricky Gervais para sua marca de vodka no metrô londrino, sempre começando com "Bem vindo a Londres" e completando com frases como "esconda seu celular", "não esqueça seu colete à prova de facadas", "não pule nos trilhos, voce vai atrapalhar a vida de todo mundo". Ou "Aproveite a vida, voce vai morrer logo". Porém a mais provocativa foi "Feliz Natal", porque a midia e empresas de lá estão trocando a frase por "feliz festividades" para não ser atacados pelos muçulmanos que tomaram o controle da cidade. Da Coluna de Marcel LEal, do Jornal A Região https://www.aregiao.com.br/art/marcel.htm

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Pensando bem...

...o avanço da CPMI na investigação do roubo aos aposentados é inversamente proporcional ao interesse da grande mídia. Da coluna do Cláudio Humberto.

sábado, 11 de outubro de 2025

PT assaltou nossos aposentados

O Brasil devia estar seguindo, com atenção, as sessões da CPMI do INSS, que apura o escandaloso roubo de R$ 9 bilhões de aposentados e pensionistas. Infelizmente, a grande midia, espécie de porta-voz do regime, esconde. Só o Sindnapi, sindicato que tem o irmão de Lula como vice-presidente, assaltou 260 mil velhinhos, segundo a CGU. Da Coluna Do Mar cel Leal, do Jornal A Região. https://www.aregiao.com.br/art/marcel.htm

domingo, 21 de setembro de 2025

Chinelada na bochecha

Temendo que a oposição faça maioria no Senado, em 2026, e os torne alvos de impeachment, ministros do STF articulam nova intepretação criativa da Constituição que neutralize esse poder do Senado. Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do poder.

sábado, 6 de setembro de 2025

Sou contra a anistia do 8/1

Eu sou contra a anistia aos jogados na fogueira da inquisição do 8 de janeiro por M0raes. Anistia pressupõe crime e não existiu o crime que é atribuído a eles, de "golpe violento para derrubar o estado". Tem é que anular o processo, por ser ilegal. Quem depredou deve ser julgado por isso na primeira instância. Mesmo assim, vídeos provam que um grupo paramilitar quebrou tudo antes de a multidão entrar e saiu pelos fundos fazendo rapel. Profissionais. Da Coluna de Marcel Leal do Jornal A Região

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Drão

Afonso Dantas Um pai perdeu uma filha. É triste. Um pai nunca deveria perder uma filha. Confesso que não acompanhava muito a carreira de Preta Gil, mas era impossível não ver as coisas que ela fazia, pela exposição de mídia que tinha. E, coisa difícil para quem é filha de uma super estrela, como Gilberto Gil, conseguiu brilhar muito também. E ocupou seu espaço. E nesse espaço teve bloco no carnaval do Rio, fez música, shows, atuou como atriz e empoderou muitas mulheres pelo país, quebrando tabus, como a exposição do corpo fora dos padrões estabelecidos e também pelos discursos em defesa das minorias e da liberdade sexual. Com isso, ganhou seguidores, mas incomodou muita gente, pois quem brilha, incomoda, pois não é todo mundo que se acostuma com a luz. Mas, ao contrário da carreira de Preta, sempre acompanhei com muito interesse a carreira de um dos maiores gênios da música de todos os tempos, Gilberto Gil. Conheço quase todas as suas músicas e admiro suas incursões por tantos gêneros musicais, como a mpb, o reggae, o funk (o verdadeiro), o rock e o reggae, sempre com muita qualidade e com sucessos que fazem parte de nossa vida. Quem é da Bahia, de uma certa faixa etária e principalmente quem viveu em Salvador, considera Gil – E Caetano também - como uma espécie de parente que sempre esteve ali por perto e que nos representa. E mexer com qualquer um deles é como mexer com a gente. E quem acompanha Gil, acaba acompanhando sua grande e talentosa família. Seus filhos e netos que herdaram o talento do pai e avô. E mexer com eles, incomoda nosso Gil. E por isso também não gostamos que mexam com eles. Não venha não. Mas porque falar de Gil, se quem se foi, foi Preta, sua filha? Natural. Por também ser pai de uma filha, que amo mais que tudo, estou sentindo a dor da perda do pai. A dor inimaginável e temida por todos os pais. A dor que já foi sentida por Gil em outra etapa da vida com a perda de Pedro, aos vinte anos, de forma trágica, porém rápida, em contraste com essa perda cheia de sofrimento, com a despedida devagar e extremamente dolorosa de sua filha Preta, aos cinquenta anos. Gil é extremamente espiritualizado e acompanhamos aflitos, como ele tentou preparar sua filha e sua família para a triste, mas inevitável despedida, dizendo para ela ir com calma, tranquilidade e sobretudo com fé, tentando conter uma dor que com certeza, explodia em seu coração de poeta, sempre mais sensível que os dos outros. E a música “Drão” é bastante representativa sobre essa vida, essa relação de então amor dos pais de Preta, e essas dores, principalmente quando Gil fala que “os meninos são todos sãos” para Sandra, cujo apelido Drão, batiza essa que é uma das músicas mais bonitas que já ouvi, mas que em outro momento da vida, alguns desses meninos já não se encontram mais entre eles, o que é uma dor terrível para os pais, pois contraria o caminho natural da vida. E Drão foi a música escolhida para a despedida musical de pai e filha no palco, emocionando a todos nós. É duro ver o velho mestre nessa dura caminhada, sabendo que vai levar essa dor pela vida afora. Mas a vida segue. E o show tem que continuar Força para Gil. Força pra Sandra(Drão). E luz para Preta. Afonso Dantas é publicitário, sócio e diretor de criação da Camará Comunicação Total, CEO da Lá ele! Camisas e Coisas, Especialista em Gestão Cultural, membro da AGRAL, torcedor do Bahia e pai de Maria.

O quase ministro

Durante anos o paulista Castilho Cabral acreditou que quase foi ministro de Jânio Quadros. Tudo por causa de um telefonema nos dias em que o...