O governador paraibano Ernane Sátyro tinha horror a discursos e resistia à tortura de um falatório. Certa vez, foi à posse solene de um sindicato porque prometeram que não havia discursos, mas, na hora agá, o presidente empossado sacou um calhamaço. Era o seu "improviso". Num golpe rápido, Sátyro tomou a papelada das mãos do sindicalista e despachou:
- Deixa que eu leio em casa.
E encerrou a solenidade.
Um blog leve, solto, bem humorado, mas às vezes contundente, com informações sérias, informações nem tão sérias assim e tudo mais que der na cabeça desse blogueiro, postar.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Nada de discurso
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