A ORELHA DO COELHO
Numa conversa informal com o senador César Borges, presidente do PR, na semana passada, ele me revelou que ria sempre quando eu acentuava que a política baiana está de pernas para o ar. E concorda plenamente. Na verdade, a reviravolta, a pontacabeça da política baiana, está diretamente vinculada ao rápido processo de mudança que o Estado vivencia neste período pós-carlista. Quando a Bahia deixou de ser conduzida quase ditatorialmente, sob mão-de-ferro, o processo experimentou uma abertura vertiginosa, rápida, quase instantânea, como se uma barragem já em estado de fadiga, mais ainda represando, de repente cedesse, liberando as águas que desceram revoltas. Clique aqui e leia a coluna de Samuel Celestino publicada hoje no jornal A Tarde.
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