Um blog leve, solto, bem humorado, mas às vezes contundente, com informações sérias, informações nem tão sérias assim e tudo mais que der na cabeça desse blogueiro, postar.
domingo, 30 de março de 2025
segunda-feira, 24 de março de 2025
Regalias a criminosos
O governador Romeu Zema (Novo-MG) rebateu críticas de Ricardo Lewandowski
(Justiça), para quem a polícia “prende mal”. “Em vez de proteger pessoas de bem,
concede regalias a criminosos”, disparou.
Cada vez pior
Fãs do “Operação Fronteira Brasil”, do canal Discovery, acham bizarro o
Lewandowski retirar a Polícia Rodoviária Federal do combate ao crime. O programa
documenta o papel notável da PRF contra a criminalidade.
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder
domingo, 16 de fevereiro de 2025
Odiado pela esquerda, Musk vira herói nos EUA
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Hostilizado na imprensa do Brasil tanto quanto na americana, Elon Musk encanta os cidadãos dos EUA por livrá-los de gastos bizarros e roubos na Usaid como a compra de um posto de gasolina por valor equivalente a R$265 milhões no Afeganistão e doação de R$760 milhões a terroristas talibãs. Musk também descobriu contrato de R$9 milhões para um felizardo olhar um carteiro trabalhando e o dobro, R$18 milhões, por um relatório explicando por que relatórios anteriores não deram resultado.
Dinheiro no bolso
Musk revelou aos americanos que eles pagaram R$155 milhões por uma campanha publicitária pró-carros elétricos de agência amiga da Usaid.
O que têm a ver?
Os pagadores de impostos agora sabem que lhes tomaram R$50 milhões para ensinar jornalistas do Sri Lanka a banir a linguagem binária.
Uma nota só
A Usaid transferiu R$37 milhões para África do Sul, R$34 milhões para Uganda e R$25 milhões para a Sérvia custearem iniciativas LGBTQI+.
Pedala, Pernambuco
Sob governo de Raquel Lyra (PSDB), que derrotou o PSB após 16 anos de poder, o desemprego em Pernambuco alcançou a menor média anual em dez anos: são 151 mil pernambucanos a menos sem emprego.
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Servidores do Ibama fizeram 10.000 viagens em 2024, às custas de quem paga impostos
Acusados por Lula de “lenga-lenga” pela demora em liberar até pesquisa da
Petrobras na incrível reserva de petróleo no litoral norte do Brasil, servidores
do Ibama foram ligeiros para viajar exatas 10.000 vezes, por conta de quem paga
impostos, durante 2024. Está tudo registrado no Portal da Transparência. A
despesa milionária do vai-e-vem bateu no céu: R$45,7 milhões. Além voar pelo
Brasil, a turma adora destinos como Suíça, Canadá, França, Noruega e Japão com
dinheiro alheio.
Tamanho da fatura
A viagem mais cara durou mais de seis meses: Yanka Laryssa Almeida Alves nos
empurrou a amarga fatura de R$73.877,93.
Prata na gastança
A viagem de Manolo Trindade, entre 3 de março e 31 de agosto, também nos custou
um caminhão de dinheiro: R$71,3 mil.
Gastança liberada
O próprio presidente do Ibama não parece se importar, até porque é um deles:
levou R$39,8 mil em diárias em 2024. Desde a posse, R$89,1 mil.
Bico fechado
A coluna pediu ao Ibama alguma explicação sobre os R$45 milhões gastos pelo
presidente Rodrigo Agostinho e subordinados. Boca de siri.
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
domingo, 9 de fevereiro de 2025
Gente ordinária
Não é casual o declínio em todo o mundo das esquerdas e sua cultura “woke”, de inspiração fascista. Nesta sexta (7), um ativista invadiu a Basílica de São Pedro, no Vaticano, subiu no altar (o tumulo de São Pedro) e danificou esculturas. Incluindo a Pietà, de Michelangelo.
Da coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
domingo, 12 de janeiro de 2025
Nas alturas
Parece não ter fundo o poço da crise de desvalorização do Real frente ao Dólar. O banco BTG Pactual alerta que a cotação da moeda norte-americana pode bater os R$7.
Pensando bem...
.... Em alta por aqui, só a inflação, o dólar e a desaprovação do governo.
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder
terça-feira, 24 de dezembro de 2024
sábado, 14 de dezembro de 2024
Consideração de cabaré
Muito jovem, Osvaldo Aranha foi prefeito de Alegrete (RS) e decidiu acabar uma
curiosa tradição: a briga diária, à noite, no cabaré da cidade, “Lulu dos
Caçadores”. Tudo corria bem e animado até o relógio bater 2h da madrugada, e o
pau cantava. Uma noite ele visitou a boate. Bebeu, dançou, foi embora às 3h,
nada de briga. Voltou no dia seguinte, e novamente os valentões não apareceram.
No quinto dia, já freguês, encontrou um vistoso aviso na parede: “Dr. Osvaldo
Aranha, acabaram-se as considerações”. Naquela madrugada, pontualmente às 2h, o
pau cantou de novo.
Da seção PODER SEM PUDOR da Coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder
Desemprego de ‘6,8%’ do IBGE exclui 44 milhões
Cresce a desconfiança sobre dados de desemprego do IBGE, órgão do governo federal presidido pelo petista Marcio Porchmann, ex-Instituto Lula. “A conta não fecha”, dizem economistas. Para o IBGE, são apenas 7,3 milhões de desempregados, mas a conta não inclui os 37 milhões de adultos sem-trabalho do Bolsa Família. O IBGE leva em conta só os que dizem ter procurado emprego em vão. Os demais são “desocupados” e excluídos da contagem, como os quase 5 milhões de jovens adultos da “geração nem-nem”, segundo estima o próprio Ministério do Trabalho.
São 44 milhões
Somando os 37 milhões de desempregados do Bolsa Família, são 44 milhões de sem-emprego e não os 7,3 milhões que o IBGE enxerga.
Exatos 40,9%
Somando os adultos que de fato não têm emprego formal, dizem os economistas, o desemprego seria de 40,9% e não de curiosos “6,8%”.
Ficção mal explicada
Não é fraude, apenas “ficção”, na avaliação de Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do IBGE, ao defender maior transparência na metodologia.
Da Coluna do Cláudio Humberto, do Diário do Poder
terça-feira, 19 de novembro de 2024
quarta-feira, 13 de novembro de 2024
Mineirice explícita
Ainda eram confusas as informações sobre o golpe militar quando, naquele 31 de
março de 1964, o lendário José Maria Alkmin encontrou Benedito Valadares no
aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. “Vai para onde, Alkmin?” – perguntou.
Ele respondeu que iria pra Brasília. Valadares fez que acreditou: “Ah, sei.”
Benedito abraçou então Olavo Drummond, que assistia a conversa, e cochichou:
“Ele diz que vai para Brasília para eu pensar que ele vai pro Rio. Mas ele vai é
para Brasília mesmo...”
Do Poder sem pudor. Da Coluna do Cláudio Humberto. Do Diário do Poder
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