CEPLAC: JAY WALLACE PRIVILEGIA O PARÁ
Gestão de Jay Wallace privilegia o Pará.
Seria apenas coincidência?
Um ano após Jay Wallace tomar posse como diretor-geral da Ceplac, o estado do Pará aumentou em aproximadamente 70% a sua participação no orçamento anual do órgão de apoio à lavoura cacaueira. Os números são relativos ao período de janeiro a junho deste ano e foram levantados no Portal Transparência, do governo federal.
Quase um terço dos recursos orçamentários e financeiros deste período foi destinado à superintendência do Pará. Dos R$ 8.514.983,98 do órgão federal, nos primeiros seis meses, R$ 2.645.096,63 tiveram como destino a unidade paraense da Ceplac. É justamente o estado de origem do pesquisador e diretor-geral Jay Wallace.
O privilégio ao Pará resultou em grandes perdas para todas as demais unidades estaduais da Ceplac, inclusive a baiana, que viu sua participação na execução orçamentária cair em 14,31% (estado que ficou com R$ 4.069.931,41). O Espírito Santo, por exemplo, perdeu 43,27% em igual período.
Agora, imagine que a Bahia concentra 85% da infraestrutura patrimonial do órgão, veículos e servidores. E mesmo assim perdeu investimentos. O estado também é o responsável por, aproximadamente, 70% da produção de cacau no país.
O espaço está aberto para que a Ceplac explique o que, à primeira vista, nada mais é do que privilégio ao Pará.
Do Pimenta na Muqueca.
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