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Crime no DF: polícia nem sequer periciou o escritório da vítima
Apesar do mistério que cerca o assassinato do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, sua mulher e sua empregada, e da hipótese de que o crime pode ter relação com as atividades profissionais da vítima principal, a Polícia Civil do DF ainda não teve a curiosidade de visitar e periciar o escritório do advogado no edifício Denasa, centro de Brasília. Nem mesmo requisitou as imagens gravadas pelo sistema de segurança.
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Forte possibilidade
Se os assassinos conheciam as vítimas, é possível que eles tenham freqüentado o escritório de advocacia de José Guilherme Villela.
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Tudo gravado
Ao contrário do que ocorreu no edifício residencial da 113 Sul, onde se deu o crime, o sistema de câmeras do edifício Denasa grava tudo.
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Siga o dinheiro
Outra pista que deveria ser seguida pela polícia do DF: recentemente, o advogado assassinado teria recebido R$ 7 milhões em honorários.
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